Rodolfo Landim e Bruno Spindel estiveram presentes no velório do jornalista na sede do clube, na Gávea

16 de maio
2024
– às 15h36

(atualizado às 15h42)




Foto: Lucas Bayer/Jogada10 – Legenda: Apoliño é velado na Gávea / Jogada10

Rodolfo Landim e Bruno Spindel compareceram ao velório do Apoliño nesta quinta-feira (16/05) na sede do Flamengo, na Gávea. Assim, os dirigentes rubro-negros elogiaram o jornalista e ressaltaram sua importância no futebol. O Comunista foi um torcedor famoso na história do clube.

Os dirigentes do “Flamengo” prestam homenagem a Apoliño

“Terminamos o jogo com sentimentos contraditórios. Ficamos muito felizes com a vitória e com o comportamento do time em campo, mas também ficamos muito tristes. por causa da morte do Apoliño eu conhecia a situação, mas na época era uma grande lacuna quem ama futebol, eu gostava do Apoliño, disse o presidente do clube Landim.

“Ele é um homem vermelho e preto famoso, na nossa história, nos nossos corações e emoções. Uma pessoa muito especial que tinha muito amor por todos. Um momento triste, mas pelo menos o Flamengo conseguiu conquistar uma última vitória. Apoliño ficou especialmente registrado na história”, disse Spindel, diretor-executivo do clube.

Além de Rodolfo Landim e Bruno Spindel, Eduardo Bandeira de Mello também participou da sequência do Apoliño. Dessa forma, o ex-presidente do Rubro-Negro revelou que sempre foi um grande fã do jornalista.

“Apoliño é a maior referência e o maior apresentador de rádio esportiva do Brasil. Acompanho ele na rádio desde os dez anos de idade. Nunca deixei de acompanhá-lo e sempre fui fã. Além de profissional, comentarista e repórter, ele em expressões interessantes foi um fenômeno, é uma perda irreparável, mas seu legado viverá para sempre”, disse Eduardo Bandeira de Mello.

Washington Rodríguez, mais conhecido como Apoliño, morreu na noite desta quarta-feira (15/05) enquanto assistia a uma partida entre Flamengo e Palestino pela Libertadores. O jornalista de 87 anos se recuperava de um câncer no fígado, mas não sobreviveu. Além de radialista, comentarista e repórter, atuou como técnico e dirigente do Rubro-Negro na década de 90.

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