Segundo Fábia Oliveira, do Jornal O Dia, o cantor Nando Reis teria se desentendido com funcionários de uma companhia área dentro de um avião, minutos antes da aeronave decolar de Lisboa rumo a São Paulo. Ele teria armado uma discussão após perceber que seu assento não era ao lado da janela. A situação só teria se acalmado após um casal de passageiros oferecer o lugar de um deles ao cantor.

Através de sua assessoria, Nando Reis disse que sempre compra suas passagens com antecedência e com assento na janela, pois ele tem fobia de não ver o exterior. O cantor lembrou que é paga uma soma considerável por um assento, deixando claro que só estava reivindicando algo que ele tinha direito. O artista negou que tenha dado piti e disse que não foi ríspido.

Confira a nota na integra:

“Ao me dirigir ao meu assento 4L na classe executiva, para voar as 10 horas e 20 minutos que separam Lisboa de São Paulo, tive a surpresa de ver que não havia janela. Quando compro a passagem, sempre reservo a janela, pois tenho fobia de não ver o exterior. Cabe dizer que se paga um soma considerável por um assento na classe executiva. Tenho tido sucessivos problemas com a LATAM, nos voos domésticos, que devido a minha profissão, utilizo TODA SEMANA. Sendo assim, compro meus bilhetes com muita antecedência. No episódio de ontem, fui reclamar com a comissária de bordo que disse que não podia fazer nada. Chamou um outro funcionário que repetiu a mesma história. Diferentemente do que foi noticiado por esta coluna, não dei nenhum “piti” —simplesmente reclamei e expus meu ponto de vista. Não fui ríspido, nem deixei de falar com a tripulação (como foi noticiado). Inclusive tirei fotos com as comissárias que gostavam do meu trabalho. Parece que reclamar pelos seus direitos deixou de ser algo compreensível. Me recuso a aceitar a decadência e a desatenção de quem presta um serviço que é cobrado.E presto o esclarecimento para corrigir a nota sensacionalista e desinformada que distorceu os fatos e retirou o principal foco do ocorrido — o descaso da empresa com quem paga preços exorbitantes e ainda assim é tratado desta forma, sendo uma pessoa pública como sou, ou não”.

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